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Cliente esfaqueia cabeleireiro por não gostar de franja, mas é liberada

Publicada em 06/05/26 às 16:19h - 50 visualizações

Por Ac24horas


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Cliente esfaqueia cabeleireiro por não gostar de franja, mas é liberada

 
 

Quase um mês após realizar um procedimento em um salão na zona oeste de São Paulo, uma cliente voltou ao local e esfaqueou o cabeleireiro responsável pelo serviço.

O que aconteceu


Laís Gabriela Barbosa da Cunha, 27, esfaqueou o profissional pelas costas. O crime foi registrado por câmeras de segurança do estabelecimento. Durante o ataque, outros profissionais conseguiram conter a mulher até a chegada das autoridades. O salão fica na avenida Marquês de São Vicente.

Agressora atingiu o profissional, Eduardo Ferrari, uma vez. Ele não se feriu gravemente. As imagens mostram que ela entra no salão, vai até o cabeleireiro e tenta falar algo. Em seguida, ela abre a bolsa, retira uma faca de cozinha e golpeia o homem.

Ela é contida por outros funcionários. Em vídeos que circulam nas redes sociais, a mulher diz que o serviço feito no salão resultou em danos ao seu cabelo. Laís cita a insatisfação devido a um suposto “corte químico”, que teria danificado sua franja. “Ele pegou o meu cabelo e foi picotando com uma tesoura-navalha. Se vocês conseguem ver, a minha franja está parecendo o Cebolinha, porque ele cortou todo o meu cabelo. Eu mandei mensagem do WhatsApp e eles ficaram dois dias sem me responder”, afirmou.

A cliente foi detida, mas liberada ontem mesmo. A polícia tipificou o caso com lesão corporal leve. Os advogados de Ferrari discordam da tipificação e afirmam que o que houve foi uma tentativa de homicídio.

O UOL não localizou a defesa dela. O espaço segue aberto para manifestação.

Procedimento foi realizado há quase um mês

Mulher foi atendida no salão no dia 7 de abril, diz o boletim de ocorrência. Segundo os responsáveis pelo local, ela teria feito um procedimento para a aplicação de mechas. Uma semana após o serviço, Laís começou a enviar mensagens demonstrando insatisfação com o resultado. Em um dos contatos, a mulher afirmou que gostaria de colocar fogo no profissional.

Responsáveis afirmam que explicaram para a cliente que o procedimento havia sido realizado conforme combinado. Mas ela insistiu com os contatos e foi até o salão na tarde de ontem. Ao chegar no local, diz o BO, Laís teria dito que não gostaria de resolver “as coisas daquele jeito”. A mulher também teria exigido um reparo imediato ou a devolução do dinheiro pago pelo serviço.

A advogada de Eduardo Ferrari, afirmou ele se encontra profundamente abalado em razão do ocorrido. O profissional não corre risco de vida.



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